[DECIDIDO em 31/07: aula em 25/08 às 20h. Datas abaixo já atualizadas: carrinho de 25/08 a 01/09.]
🆕 Diretrizes do raio-X do lançamento da Cristine (30/07), a aplicar na condução:
1. Semear a condição na abertura e demarcar a janela: "no fim eu abro uma condição de fundador que nunca existiu na casa, e é só no fim que eu falo dela". Tira a ansiedade e cria expectativa. 2. Selo de recência na demonstração: toda questão mostrada é de prova de 2026, e isso é DITO. 3. Carrinho abre no ao vivo, logo depois da demonstração (ela só abre no dia seguinte e o pico esfria; vantagem nossa). 4. Garantia em voz alta: ela não deu garantia nenhuma e ainda disse que "é compra única"; nossos 7 dias com a primeira Ficha na mão viram argumento falado, sem citar ninguém. 5. Âncora encenada no palco: ela escondeu o preço até o chat perguntar; nós montamos os R$ 2.685 na tela peça por peça antes do corte pra 997. 6. Inversão do "meu edital não saiu" no bloco de objeções: instituição vive abrindo vaga (aposentadoria, exoneração), quem estuda antes larga na frente. 7. Prova pós-aula com senha dita só ao vivo + sorteio depois do pitch, condicionado a ter feito a prova [DADO A CONFIRMAR: prêmio; avaliar 1 item físico que chega em casa]. 8. Prova social em camadas: caso fresco lido do chat + 1 vídeo curto com colocação e número + as 2 aprovadas do bloco 14B.
Duração alvo: 62 a 70 min de conteúdo + 18 a 20 min de pitch. Voz: João, professor direto, confiança calma. O produto se chama Dentista de Salário Fixo e só aparece no Bloco 15. O método interno é o Método MIRA. A mecânica-assinatura é a Ficha do Dia.
> Como Começar a Vida de Salário Fixo na Odontologia
Big Idea aprovada da campanha: "o concurso financia a carreira" (não compete com o consultório nem com a residência, financia os dois). Mantra da casa: "O concurso não compete com o sonho da sua carreira. Ele financia." A aula abre pela oportunidade concreta (salários de R$ 7 a 15 mil por 20-30 horas), vira a chave com a tese, e a mecânica (banca, incidência, Ficha do Dia) entra como o caminho. Títulos reservas pra remarketing do replay: "A ficha de amanhã" e "3.612 vagas".
Nesta aula você vai ver na tela o mapa do que as provas de concurso de odontologia mais cobram e um plano diário real, montado pra rotina de quem atende, do estudo de base até o edital do seu alvo.
TELA: 3.612
FALA: Esse número na tela é a quantidade de vagas pra dentista listadas em concursos em 2026. Só em julho, 137 concursos abertos com vaga pra gente. Eu começo por ele porque, quando eu falo de concurso com dentista, a resposta que eu mais escuto é "aparece um por ano na minha cidade". O dado mostra outra coisa: oportunidade tem o ano inteiro, em prefeitura, hospital universitário, Forças Armadas e estatal. E vaga, o número da tela mostra, é o que menos falta.
CONECTOR: E se falta outra coisa, eu preciso te mostrar onde ela mora. Ela mora num lugar que você conhece bem: o seu mês.
TELA: O dia 5
FALA: A frase que mais aparece quando a gente conversa com dentista de consultório é essa: "Quero ter salário fixo todo mês sem depender de quanto a agenda encheu." E vem acompanhada das outras cenas. Ligar pro convênio pra implorar liberação de procedimento que paga pouco. Abrir sábado pra compensar semana fraca. Sentar na cadeira com uma ansiedade de fundo de que o mês pode não fechar. Domingo à noite ruminando como vai ser a semana financeira. Quem vive isso estuda com a cabeça dividida, e cabeça dividida rende menos em cada hora de estudo.
CONECTOR: Existe uma porta que resolve exatamente essa conta, e ela foi feita pra quem quer continuar atendendo.
TELA: 20 horas
FALA: Nos concursos que a gente mapeou, o salário de dentista vai de R$ 7.000 a R$ 15.200, e esse teto é o da Petrobras em 2026. As cargas mais comuns são de 20 a 30 horas semanais, ou seja, o cargo público paga as contas fixas e o consultório continua aberto, virando escolha e lucro. Mais férias pagas, décimo terceiro e aposentadoria garantida em lei, o pacote que o consultório, sozinho, não entrega. Outra frase literal da nossa base: "Não quero abrir mão do consultório. Quero os dois. O concurso paga as contas, a clínica é o que gosto de fazer."
CONECTOR: A porta existe e a vaga existe. Sobra explicar por que tanta dentista boa bate nessa porta e fica do lado de fora.
TELA: O que a banca cobra
FALA: Em concurso de odontologia, eu já cansei de ver dentista dedicada reprovando. E quando a gente vai entender o que aconteceu, o padrão se repete: meses de estudo investidos no que a banca quase não cobra. A dor aparece assim na boca de quem viveu: "Eu estudo, mas não sei se estou estudando o que vai cair na prova." E a versão mais cruel: estudar meses e descobrir que a prova cobrou justamente o que você deixou pra depois. Agora soma a concorrência: a EBSERH, a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, reuniu 546 mil inscritos, média de 1.002 candidatos por vaga na saúde. Num funil desse tamanho, a eficiência do estudo decide quem entra na lista.
CONECTOR: E pra te mostrar o caminho, eu preciso primeiro desmontar a explicação errada que a maioria carrega depois de uma reprovação.
TELA: O mapa
FALA: A explicação que a maioria carrega é "eu reprovei porque não estudei o suficiente". Só que você estudou. Quem senta numa aula dessas, de noite, depois de um dia inteiro de consultório, estuda. O que faltou foi o mapa: o peso real de cada matéria naquela prova específica, ordenando o seu tempo. Outra frase literal da base: "Quando uma colega passou, fui ver o que ela fez diferente. Ela tinha plano. Eu não tinha." Guarda essa: entre quem passou e quem ficou de fora, a diferença que dá pra observar e copiar é o plano, o mapa que diz onde investir cada hora.
CONECTOR: E esse mapa é o que eu vim te entregar hoje. Ele começa numa constatação que vale pra qualquer concurso de odontologia do país.
TELA: As mesmas bases
FALA: Dá pra se preparar pra qualquer concurso de odontologia, porque as bases são as mesmas, com pesos diferentes. A distribuição típica das provas: odontologia clínica entre 50 e 60% das questões, saúde coletiva e SUS, o Sistema Único de Saúde, entre 30 e 40%, e conhecimentos gerais como português e legislação entre 10 e 20%. Provas anteriores são públicas. Quem analisa as provas das maiores bancas sabe, com número, o que é mais cobrado. A base é incidência contada em prova pública.
CONECTOR: Sabendo disso, o estudo se divide em dois momentos. O primeiro começa hoje, com ou sem edital na rua.
TELA: O que mais cai
FALA: O primeiro momento é o planejamento geral: a gente agrega as incidências das maiores bancas e dos cinco concursos de maior volume e monta a base estudando o que as provas mais cobram, na ordem do peso. E com um segundo filtro por cima: dentro do que mais cai, foco redobrado naquilo em que VOCÊ tem mais dificuldade. É assim que a gente organizou o Método MIRA, quatro fases: Mapa do alvo, Incidências da banca, Rotina planejada e Ajuste fino por edital. Cada fase remove um empecilho específico de quem atende o dia todo.
CONECTOR: E é na letra R, a rotina, que entra a peça que muda a sua relação com questão de prova.
TELA: O erro que ensina
FALA: Fazer questão no volume, sem filtro, é treinar como robô: você repete o que já sabe e ignora o buraco. Questão guiada por incidência funciona diferente: você faz as questões da sua banca, na proporção do peso de cada matéria. Errou, o sistema registra o erro, ajusta as próximas questões pra bater de novo naquele ponto e indica a aula exata que cobre o buraco. O seu ponto fraco deixa de ser um incômodo vago e vira instrução de estudo do dia seguinte.
CONECTOR: Isso constrói a base. E aí chega o dia que muda tudo no cronograma de qualquer concurseira: o dia em que o edital sai.
TELA: Saiu o edital
FALA: Quando o SEU edital abre, o plano recalibra: entra o que aquele conteúdo programático pede, sai o que não cai, e a reta final ganha simulado no padrão da banca. São pequenos ajustes, porque a base já está construída. Quem fez o geral chega no específico pronto, enquanto a maioria começa a estudar depois que o edital abre. E tem um dado de calendário a seu favor: editais de prefeitura se concentram no primeiro semestre, então quem constrói base no segundo semestre chega pronta na temporada do ano que vem. A Petrobras vai abrir o primeiro concurso pra dentista em 15 anos, com o maior salário da categoria. Quem se preparar antes do edital chega na frente.
CONECTOR: Tudo isso em palavras. Agora eu quero que você veja com os olhos. Vou te apresentar a Renata.
TELA: Renata, 31
FALA: A Renata é um caso montado pra essa demonstração, com dados reais de prova. Renata Almeida, 31 anos, consultório em Campinas, atende das 8h às 18h, tem 60 minutos por dia pra estudar, de segunda a sexta. Alvo principal: EBSERH, que historicamente teve banca FGV, a Fundação Getulio Vargas [DADO A CONFIRMAR: banca da próxima edição da EBSERH]. Ela preencheu o diagnóstico: concurso-alvo, rotina real, autoavaliação por matéria, histórico de tentativas. Uma reprovação em 2024.
CONECTOR: Primeira coisa que o plano dela enxerga é a prova, com o peso de cada matéria na tela.
TELA: A tabela de incidências (na tela, ao vivo)
FALA: Isso que vocês estão vendo é a tabela de incidência das últimas edições da banca dela: saúde coletiva e SUS respondem por cerca de 40% das questões específicas [DADO A CONFIRMAR: número final da tabela de incidências validada pelo time]. Agora o segundo dado: o desempenho da Renata nas últimas 60 questões. Ela errou 58% em políticas de saúde. O plano cruza as duas informações: matéria de maior peso somada à maior taxa de erro vira prioridade número um. Ninguém decidiu isso no achismo, os dois números estão na tela.
CONECTOR: E esse cruzamento vira uma coisa muito simples de olhar. Vira a ficha de amanhã.
TELA: Terça, 12/08 (a ficha real, ao vivo)
FALA: Lendo a ficha com vocês. Renata. Terça-feira, 12 de agosto. 60 minutos. Assistir: aula Financiamento do SUS, 22 minutos [DADO A CONFIRMAR: aula real do catálogo pra citar na ficha]. Fazer: 14 questões de saúde coletiva da FGV, comentadas. E o porquê, escrito na própria ficha: essa matéria pesa 40% da sua prova e é onde você mais perde ponto hoje. É a lógica da ficha de treino da academia: o personal pensa, o aluno executa. Errou a questão 7, o comentário mostra ali o porquê do erro. Fez, fechou, levantou.
CONECTOR: E é aqui que mora a cena que eu mais quero que você leve dessa aula.
TELA: 7 da manhã
FALA: Tu acorda e sabe: hoje eu preciso ver aquela aula e fazer aquelas questões. E tu sabe que aquilo é o ideal pra ti, porque o teu planejamento te conhece e sabe o que tu precisa fazer pra melhorar. Zero decisão tomada às 22h, no cansaço, folheando PDF sem saber por onde ir. O plano decide, você executa. É isso que faz 60 minutos por dia atravessarem 6 meses inteiros, e a gente vai voltar nesse número daqui a pouco.
CONECTOR: Agora, um plano desses vale pelo tamanho da estrada de quem monta. E a nossa estrada tem número.
TELA: Dois crachás
FALA (estrutura ditada pelo Gabriel, na voz do João): Eu comecei a minha carreira concursado em dois hospitais. E, em paralelo, eu construía o resto: os atendimentos, os projetos, o que hoje virou o meu trabalho principal. Quando as minhas coisas começaram a crescer, eu fui fazendo o balanço aos poucos: saí de um vínculo, depois reduzi outro, fui aumentando o particular. Repara na ordem: eu comecei com MAIS concurso e fui trocando aos poucos, conforme o resto crescia. Foi o concurso que segurou o começo da minha carreira. Eu podia construir com calma porque o salário caía todo mês. Eu vivi exatamente o que eu te mostrei hoje: o concurso não competiu com o meu sonho. Ele financiou. [DADO A CONFIRMAR com o João: quais os dois hospitais, os anos, a ordem exata das saídas (o Gabriel citou Unimed no meio do caminho, confirmar se era vínculo público ou convênio) e se existe foto/crachá da época pra pôr na tela.]
Por que este bloco importa: é a Big Idea encarnada. O apresentador VIVEU o "concurso financia a carreira", então a tese deixa de ser argumento e vira biografia. É também a nossa versão do formato campeão do nicho ("o plano que EU usei", 3,3 milhões de views vs 188 mil do tutorial): primeira pessoa vence explicação.
CONECTOR: E o que eu fiz por instinto naquela época, a nossa casa transformou em método.
TELA: 400
FALA: A nossa casa aprovou mais de 400 dentistas em residência, uma das provas mais disputadas da odontologia, usando exatamente o ativo que você viu na tela: planejamento individual, questões da prova certa e acompanhamento. O raciocínio de incidências que aprova em residência é o mesmo que aprova em concurso, quem estuda com essa lógica sai na frente. E pro conteúdo próprio de concurso, quem dá aula e valida questão é professor concursado, gente que passou na prova que você quer passar [DADO A CONFIRMAR: nome e cargo do primeiro professor concursado fechado]. Essa é a primeira turma de concurso da casa, e é exatamente por isso que ela tem o formato e a condição que eu vou abrir daqui a pouco.
TELA: [nome], aprovada no concurso de [cidade]
A regra pra prova social não parecer sorte: nunca mostrar só "fulana passou". Cada aprovada entra em 3 tempos, e o tempo do meio é o que importa: (1) a rotina de antes, com detalhe real ("atendia convênio o dia inteiro, estudava de madrugada"); (2) O JEITO: a frase do método na boca dela ("parei de tentar estudar tudo; estudei o que a prova cobrava, com plano por dia"); (3) o resultado datado e nomeado ("aprovada no concurso de [cidade], em [ano], salário de R$ [valor]"). Sem o tempo 2, o depoimento diz que aprovação acontece; com o tempo 2, ele diz POR QUE aconteceu, e o porquê é o que a gente vende.
FALA (modelo, 2 aprovadas no ao vivo, as outras ficam pra página): Eu quero te apresentar duas pessoas da nossa base. A [nome 1] atendia [rotina real dela]. O que ela mudou não foi a quantidade de horas: foi o alvo delas. [Frase literal dela sobre como decidia o que estudar.] Resultado: aprovada em [concurso, ano]. E a [nome 2]: [mesma estrutura]. Repara que nenhuma das duas descobriu um atalho. As duas pararam de estudar no escuro. O que a gente fez foi pegar esse jeito de estudar, que aprovou as duas e mais de 400 dentistas em residência, e transformar num plano que chega montado na tua mão. [DADO A CONFIRMAR: escolher as 2 melhores entre as 7 aprovadas achadas, colher a frase do método de cada uma na entrevista e pegar autorização. Perguntas de coleta: como era tua rotina quando decidiu prestar? Como tu decidia o que estudar em cada dia? O que tu faria diferente se fosse começar hoje? Concurso, ano, colocação e salário.]
CONECTOR: A condição vem já. Primeiro, volta comigo pra uma coisa que aconteceu aqui há cinco minutos, quando a ficha da Renata apareceu na tela.
TELA: A clareza
FALA: Quando a ficha apareceu, com dia, aula, número de questões e o porquê escrito, alguma coisa destravou aí do seu lado. Aquilo tem nome: clareza de execução. É a distância entre "eu deveria estar estudando" e "eu sei o que fazer hoje". Quem estuda com essa clareza consegue manter o plano por meses. Quem decide tudo sozinha, toda noite, no cansaço, costuma abandonar na segunda semana. Se você já viveu essa segunda semana, sabe do que eu estou falando. O que eu abro agora é o caminho pra essa ficha ter o seu nome em cima: o Dentista de Salário Fixo, na condição de Turma Fundadora.
CONECTOR: Começando pelo que chega na sua mão, item por item.
TELA: A entrega
FALA: Um: diagnóstico de largada no dia da compra, com escolha de alvo pra quem ainda está em dúvida entre editais. Dois: o seu planejamento individual em Ficha do Dia, montado pela sua rotina e pelas incidências da sua banca, entregue em até 7 dias, com checkpoints quinzenais e revisão humana em cima da tecnologia. Três: questões comentadas da sua banca, começando por Cesgranrio, a banca da Petrobras, e VUNESP, a banca de grande parte das prefeituras paulistas, crescendo toda semana [DADO A CONFIRMAR: terceira banca e número de questões disponíveis em 25/08]. Quatro: catálogo de aulas gravadas disponível inteiro na entrada [DADO A CONFIRMAR: volume de aulas no dia 25/08]. Cinco: ajuste fino do plano quando o edital do seu alvo abrir. Seis: o grupo da turma. A lista de bancas cobertas é pública e cresce mês a mês.
CONECTOR: Isso é o pacote. Agora, a conta.
TELA: R$ 1.497
FALA: Eu vou fazer pouco teatro de valor, porque cada uma aqui sabe o que a estabilidade significa na própria conta. O preço cheio, que vale a partir de setembro, é R$ 1.497. A Turma Fundadora, de 25 de agosto a 1º de setembro, entra por R$ 997 [DADO A CONFIRMAR: parcelamento e garantia, padrão 7 dias da plataforma]. Fundadora entra antes, paga menos, molda o produto com a gente e trava condição de fundadora nas próximas ofertas da casa. E uma régua pra decisão: um contracheque de dentista concursada, no piso da faixa, paga sete vezes o valor dessa turma.
CONECTOR: E o motivo de essa turma ter teto de vagas está no jeito que o plano é feito.
TELA: Um plano por vez
FALA: Cada Ficha do Dia nasce de um diagnóstico individual, montado e revisado por gente do nosso time, um aluno por vez. Nesse ciclo de entrada, a gente consegue montar com qualidade cerca de 40 planos. Por isso a Turma Fundadora fecha em 40 matrículas ou no dia 1º de setembro, o que vier primeiro. É limite de capacidade, com data marcada. Quem entra hoje recebe o diagnóstico hoje.
CONECTOR: Agora eu vou responder, uma a uma, às cinco perguntas que mais chegam no WhatsApp do time quando a gente fala de concurso.
TELA: Os 11
FALA: A frase chega literal: "Já paguei um curso e não passei. Fica difícil confiar num produto novo." Faz sentido, e o dado explica o que aconteceu: dos 11 preparatórios de concurso de odontologia mapeados no mercado, nenhum oferece planejamento individual baseado na banca que você vai prestar. Todos entregam a mesma sequência de módulos pra todo mundo. O curso que você comprou tinha conteúdo, e conteúdo você aproveitou. O que ele foi feito pra ser é um curso igual pra todos, então o peso da SUA prova ficou de fora. Repetir a mesma abordagem esperando resultado diferente é a única coisa que eu te peço pra deixar pra trás. A mudança aqui é o plano do seu concurso.
CONECTOR: E a segunda pergunta mira direto na nossa casa.
TELA: Duas provas
FALA: O ENARE, o Exame Nacional de Residência, cobra odontologia específica com profundidade de especialidade. Concurso distribui diferente: clínica de 50 a 60%, saúde coletiva e SUS de 30 a 40%, conhecimentos gerais de 10 a 20%. Estudar pra um com o material do outro deixa até 40% da prova descoberta. Por isso as fases de Incidências da banca, Rotina planejada e Ajuste por edital foram construídas do zero pra concurso. A gente viu um aluno nosso de residência prestar prefeitura com material de residência, gabaritar clínica e errar 70% de saúde coletiva, que valia 35% da nota. Na segunda tentativa, com o tempo redistribuído pela banca, passou acima da média dos aprovados [DADO A CONFIRMAR: status do caso Lucas Mendes, real com autorização de nome ou composição a apresentar sem nome].
CONECTOR: Terceira pergunta, a da sua agenda.
TELA: 60 minutos
FALA: Plano montado pra quem tem 4 horas livres por dia costuma ser abandonado na segunda semana por quem atende das 8h às 18h. O nosso parte da sua rotina declarada no diagnóstico. E a conta que sustenta isso: 60 minutos por dia, cinco dias por semana, durante 6 meses, investidos no que a banca mais cobra, colocam mais ponto na sua prova que 3 horas diárias espalhadas em conteúdo que quase não cai. Você já administra agenda cheia, material, convênio e urgência todos os dias. Essa mesma gestão executa uma ficha de 60 minutos com folga.
CONECTOR: Quarta pergunta, a do número que assusta.
TELA: O recorte
FALA: A EBSERH teve 546.042 inscritos, média de 1.002 candidatos por vaga na saúde. Esse número inclui quem se inscreveu por impulso, quem estudou duas semanas e quem nunca abriu uma prova anterior. Quando o recorte muda pra "quem estudou 6 meses ou mais com plano montado pra banca", a proporção se transforma. A gente registrou o caso de uma dentista que quase desistiu com a manchete dos 900 por vaga, mapeou as três edições anteriores da banca, viu os 40% de saúde coletiva, redistribuiu o estudo e passou. A colega dela, que estudou mais horas por semana, ficou fora da lista [DADO A CONFIRMAR: status do caso Mariana Costa, mesma checagem do Bloco 20]. Você concorre de verdade com quem tem plano, e essa fila é curta.
CONECTOR: E a última pergunta é a mais honesta de todas.
TELA: O que ninguém garante
FALA: Nenhum produto honesto garante aprovação em concurso público, porque vagas, quantidade de concorrentes e desempenho alheio estão fora do controle de qualquer preparatório. O que dá pra garantir é o que você viu na tela hoje: plano do seu concurso, questões da sua banca com o porquê de cada erro, ajuste quando o edital abrir e gente acompanhando os seus checkpoints. Sobre o investimento, condição é relativa: depende de onde a estabilidade está na sua lista de prioridades. É um fato pra você pensar, com a régua do contracheque de ainda há pouco: no piso da faixa, ele paga sete vezes essa turma.
CONECTOR: Então deixa eu fechar o quadro completo pra quem já decidiu.
TELA: 25/08 a 01/09
FALA: Recapitulando: diagnóstico no dia da compra, Ficha do Dia em até 7 dias, questões comentadas da sua banca, catálogo de aulas gravadas inteiro na entrada, ajuste por edital e grupo da turma. R$ 997 na Turma Fundadora contra R$ 1.497 do preço cheio de setembro. 40 vagas pela capacidade de montar plano um a um, janela de 25 de agosto a 1º de setembro. Pra entrar: [DADO A CONFIRMAR: link da página da Turma Fundadora e fluxo de atendimento no WhatsApp com Iara e Mariana]. O link está aqui embaixo e o time já está respondendo.
CONECTOR: E comprando ou não, ninguém sai dessa aula de mãos vazias.
TELA: O mapa é seu
FALA: Todo mundo que ficou até aqui recebe duas coisas de presente. A tabela de incidências das bancas Cesgranrio e VUNESP, a mesma lógica que você viu na tela da Renata, pra você começar a estudar pelo peso ainda essa semana [DADO A CONFIRMAR: formato de entrega, PDF ou página, e canal de envio]. E a lista atualizada dos concursos com vaga pra dentista abertos agora. É o meu obrigado por você ter passado essa noite aqui. Estuda pela tabela. E quem quiser a ficha com o próprio nome em cima, a porta fica aberta até 01/09 ou até a vaga 40, o que chegar primeiro.
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