3 dias para organizar suas próximas 19 semanas até a prova.
Se já está estudando, vai saber se está no nível certo. Se ainda não tem plano, vai sair com a reta final no lugar.
Recomendado para quem vai tentar e até para quem já tentou. Organizar antes é a única vantagem que não tem como copiar depois.
Quem vai fazer a prova esse anoPara candidatos com prova marcada que precisam transformar o tempo restante em um plano concreto, não em mais uma pilha de material sem ordem.
Quem reprovou e sabe que o caminho precisa mudarPara quem tentou antes, estudou mais horas do que queria e chegou na prova sem saber se estava no nível certo. O problema não era esforço.
Quem acumulou material mas não sabe por onde começarPara quem tem PDF, apostila, vídeo-aula e ainda assim sente que está no ponto zero toda vez que abre o caderno.
Quem estuda nos intervalos do dia, não em blocos de 8 horasPara dentistas que estudam antes do plantão, na pausa do atendimento ou depois das 22h. O plano precisa caber na rotina real.
Quem quer entrar na residência na primeira tentativaPara formandos e recém-formados que querem chegar no ENARE com plano de ataque, não com a esperança de que tudo vai encaixar no dia.
Quem não tem certeza do que o ENARE cobra de verdadePara quem está estudando sem saber se o edital real da prova valida o que está sendo estudado. A maioria descobre isso tarde demais.
O conteúdo existe, mas o filtro do que o ENARE prioriza não. O candidato lê 300 páginas sem saber se aquele capítulo vai aparecer em uma ou em dez questões da prova. Esforço alto, direcionamento zero.
Cobrem toda a grade curricular sem calibrar para o que o ENARE especificamente avalia em cada prova. O candidato sai com mais horas de aula e a mesma incerteza sobre o que vai cair na prova.
Sem feedback externo, o candidato não sabe se está no nível real da prova ou em um nível que parece suficiente mas não é. Muitos chegam ao ENARE com a sensação de que estudaram muito e a nota não confirma.
Resolver questão sem saber por que errou cada uma é diferente de aprender o raciocínio que a questão avalia. O histórico de acertos sobe, mas o tipo de erro permanece o mesmo na prova real.
Cirurgião-dentista formado pela UFSM e residente em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial no GHC, um dos programas mais concorridos do Brasil. Vem de escola pública no interior do Rio Grande do Sul, sem rede de contatos em grandes centros.
Quando foi se preparar para a residência, não existia nenhum preparatório específico para CTBMF no Brasil. Mapeou sozinho o que a prova cobrava, o que podia ser cortado e como encaixar o estudo na rotina real de quem trabalha e tem pouco tempo.
Isso virou um método que já aprovou mais de 400 profissionais em ENARE, USP, UERJ, UFBA, UFPR, UFMG, UFRGS e Unicamp.
Seu foco está em transformar o candidato que estuda muito sem direção no candidato que estuda com precisão, e chega no dia da prova sabendo que fez o que precisava para ser aprovado.

Se até o final do primeiro dia você entender que o evento não é o que esperava, o valor é devolvido integralmente. Sem pergunta, sem processo burocrático. O risco é inteiramente meu, não seu.
A decisão de organizar a reta final agora vale mais do que mais um mês estudando sem direção.
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