Gravação do João de 8 de agosto. Ainda não está no YouTube, o bruto está no Drive: pasta do vídeo. O áudio bom é o da lapela (Nova Gravação 15.m4a), 11 minutos e 11 segundos. Depois do corte fica em torno de 9 minutos e 46 segundos.
É um recorte de uma aula ao vivo lá dentro da plataforma, respondendo a dúvida de um aluno sobre uma questão de prova de residência. Quase tudo é tela compartilhada com tomografia e artigo, e o rosto dele só aparece no fim.
O único momento com rosto em tela cheia e movimento está lá no fim. Ele vira o começo, porque os outros 10 minutos são tomografia com cursor, e isso não segura ninguém nos primeiros segundos.
| Ordem | Trecho | O que é |
|---|---|---|
| 1 | 09:35 a 09:53 | A demonstração no rosto. Entra na palavra “olha aqui comigo”, com o rosto já em tela cheia, e sai em “esse aqui tá preso”, antes do “Então quando se formar a imagem”. |
| 2 | 00:04 a 00:16 | A pergunta que nomeia o tema. Corte seco entre 1 e 2, a troca de enquadramento já avisa a virada. |
| 3 | segue em 00:16 | Daí o vídeo corre normal. |
Esse mesmo trecho aparece duas vezes no vídeo, e é de propósito: na abertura e no lugar original, onde vem a explicação completa em seguida.
Os tempos são do áudio bruto. Laranja é obrigatório, amarelo é recomendado, cinza é opcional.
| De | Até | O que acontece | Como emendar |
|---|---|---|---|
| 00:24 | 00:29 | “opa, não estou compartilhando minha tela, só um segundinho” | Emenda “Ele perguntou ao professor” direto em “Nesta questão, o gabarito é a letra E”. |
| 05:44 | 06:30 | O pior trecho. Ele lê o título do artigo errado, percebe e procura por 35 segundos (“poxa, pera aí”, “não era”, “que pena”). | Fica tudo até 05:44, que termina em “E aqui eu trouxe esse caso, olha só que interessante nesse artigo”. Retoma em 06:30, na leitura do artigo certo. O artigo aberto por engano some do vídeo, e ele não chegou a usar nada dele. |
| 09:03 | 09:12 | “eu estou sem meu mouse galera, por isso que às vezes eu estou meio lento aqui” | Emenda “por isso que a resposta é a alternativa E” direto em “Então, alternativa 1, 2 e 3, correta”. |
| 11:07 | 11:11 | Ruído de encerramento da live | Corta e acabou. |
| 03:56 | 03:59 | “nada impede da fratura ocorrer aqui onde está o meu mouse, ó” | Troca por uma seta ou zoom na parede medial. A explicação que começa em 03:59 fica intacta. |
| 04:41 | 04:51 | “aqui é um músculo, aqui é um músculo, músculo, músculo”, enquanto procura na imagem | Encurta para uma menção só e resolve com rótulos na tela. |
| 00:41 | 00:46 | Gaguejo de transição | Corte cosmético, opcional. |
00:16 a 00:24, quando ele conta que é dúvida de aluno lá de dentro da plataforma. É prova social de graça. Só não colocar o apelido do aluno na legenda, porque a gente ainda não confirmou como escreve.
04:56 a 05:05, quando ele mostra o próprio slide de anatomia com os músculos nomeados. Serve de prova de que a aula existe.
Em 10:33 ele diz “tem todas as aulas de anatomia orbital aqui, no Módulo de Traumatologia de Face”. No YouTube esse “aqui” não existe. Duas saídas, e o Gabriel decide qual:
Corta 10:28 a 10:58, emendando “trazer alguns artigos aí que são interessantes” direto em “Espero vocês na próxima, deixa aquele like”. Card de tela cheia nos últimos 8 segundos:
Mantém o áudio e o João grava 12 segundos que entram em 10:31:
E um card na tela durante 10:36 a 10:55: “Aula completa de anatomia da órbita e Módulo de Traumatologia de Face estão dentro do Buco Approve. Link na descrição.”
Ele narra apontando com o cursor, e em vários momentos o cursor some ou ele descreve algo que a imagem não deixa claro. A edição precisa carregar essa informação.
| Quando | O que entra |
|---|---|
| abertura | Legenda queimada no gancho, fonte grande e alto contraste. O feed roda no mudo. |
| 00:46 a 01:02 | Enunciado da questão em texto limpo, com a afirmativa 1 em destaque. Grafia certa: diplopia binocular, prolapso do conteúdo periorbitário, seio maxilar, fratura de assoalho de órbita. |
| 01:18 a 01:32 | Rótulos na tomografia: “órbita normal” de um lado, “órbita fraturada” do outro, e uma seta no tecido que está dentro do seio. |
| 01:44 a 01:51 | Seta e rótulo “assoalho de órbita” sobre o osso fino. |
| 02:01 a 02:06 | Seta de movimento mostrando o tecido descendo da órbita para o seio maxilar. |
| 02:10 a 02:46 | A arte mais importante do vídeo. Esquema dos dois olhos no mesmo eixo, depois um deslocado, com as duas imagens chegando ao cérebro. São 36 segundos sem imagem nenhuma na tela, e é o ponto onde o vídeo mais corre risco de perder gente. |
| 03:56 a 04:11 | Setas fixas e rótulos “parede medial da órbita” e “células etmoidais”. Substitui a fala do cursor que foi cortada. |
| 04:41 a 04:56 | Rótulos sobre cada músculo, no lugar do “músculo, músculo, músculo”. |
| 05:00 a 05:05 | Destacar “reto inferior” e “oblíquo inferior” no slide dele. O áudio traz “bluto inferior”, e o rótulo corrige sem precisar regravar. |
| 05:11 a 05:22 | Comparativo lado a lado: fratura linear x fratura ampla, com o músculo preso. |
| 06:41 a 06:56 | Rótulos na foto do artigo: “rebordo infraorbitário”, “traço de fratura”, “tecido aprisionado”. É o melhor material do vídeo e passa rápido demais, vale zoom lento. |
| 06:59 a 07:12 | Rótulos “após liberação, placa e parafuso” e “tomografia 3D pós-operatória”. |
| 07:28 a 07:43 | Card com este texto exato: “Músculo preso no traço de fratura, não chega sangue”. |
| 08:45 a 08:50 | Card do termo “contratura de Volkmann”. |
| 09:12 a 09:15 | Card “Afirmativas 1, 2 e 3 corretas. Gabarito: E”. Cobre a emenda do corte 3. |
| 09:35 a 10:07 | Setas animadas sobre os olhos: “olho livre” de um lado, “olho preso” do outro. Em 09:57, split de duas imagens desalinhadas simulando a visão dupla. Merece a arte mais caprichada de todas. |
| nos capítulos | Cartelas de 1,5s: “Causa 1”, “Causa 2”, “Causa 3”, junto de cada afirmativa. |
| imagens paradas | Zoom lento contínuo a cada 5 a 8 segundos em toda imagem estática de artigo. Sem isso o vídeo congela visualmente por minutos. |
Os nomes dos autores saíram corrompidos no áudio. Pausa o vídeo, lê a referência na tela e confere antes de escrever qualquer coisa. Enquanto isso, o card entra só com o título do artigo como aparece na tela, sem revista, sem ano e sem inicial de autor.
Gera a legenda automática depois de editar e corrige estes termos. Legenda errada em canal de autoridade clínica derruba a credibilidade na hora.
| A automática escreve | O certo |
|---|---|
| dipropia, de plopia | diplopia |
| prolápsio, prolápsido | prolapso |
| açualho, açoalho | assoalho |
| cemimaxilar, semimaxilar, “seu maxilar” | seio maxilar |
| herneando, herneado, erneado | herniando, herniado |
| henoftalmia | enoftalmia |
| globocular | globo ocular |
| estroculares | extraoculares |
| etimoide, etimoidais | etmoide, etmoidais |
| bluto inferior | oblíquo inferior |
| traço de temperatura | traço de fratura |
| Traumatologia de Fácil | Traumatologia de Face |
| Zigomatio | Zigomático |
As três vão juntas no teste do YouTube, no formato “Título e miniatura”. Cadastra o Pacote 1 primeiro: se o teste der empate, a primeira variante é a que fica. E cuidado, trocar título ou miniatura na mão durante o teste cancela o teste (a descrição pode editar à vontade).
As miniaturas são finais, 1280x720, não precisa ajustar arte. Repara que a miniatura do assoalho vai com o título do olho, e a do crânio dividido vai com o título do músculo. Não é engano: se a miniatura repetir a palavra do título, o teste perde o sentido.
Os tempos dos capítulos já estão calculados para o vídeo editado, em cima do corte deste briefing. Confere um por um no editor. Duas regras que não podem quebrar: o primeiro capítulo tem que começar em 00:00 e nenhum pode durar menos de 10 segundos, senão o YouTube não mostra capítulo nenhum.
Fratura de órbita: 3 jeitos de o paciente ver duplo 🦷 Conheça o Buco Approve: lps.bucoapprove.com/fixo-orbita-y Fratura de órbita e diplopia binocular: 3 causas de visão dupla depois de um trauma de face, comentadas na tomografia e na foto de cirurgia do artigo. Comentário de uma questão de prova de residência em que o aluno pergunta por que o paciente enxerga duplo mesmo com o olho aparentemente alinhado. Fratura de órbita é o assunto deste recorte de uma aula ao vivo dentro da plataforma do Buco Approve. O Dr. João Pedro Silveira responde à dúvida de um aluno sobre uma questão de prova de residência que trata dos traumatismos orbitais com diplopia binocular associada. O que o vídeo cobre: • As 3 causas de diplopia binocular depois de trauma de face que a questão apresenta, uma por uma • Prolapso do conteúdo periorbitário para o seio maxilar por fratura de assoalho de órbita, visto na tomografia com a órbita normal ao lado da órbita fraturada • Prolapso do conteúdo periorbitário para as células etmoidais por fratura da parede medial • Aprisionamento dos músculos extraoculares no traço de fratura, e quando a fratura linear prende o músculo com mais frequência que a fratura ampla • Por que a imagem chega duplicada ao cérebro mesmo quando o olho parece estar no mesmo eixo, com demonstração no próprio rosto • Por que a liberação do músculo tem que ser rápida: preso no traço de fratura, o músculo não recebe sangue • O que acontece com quem demora, a cirurgia posterior para tratar a visão dupla, comparável a uma cirurgia de estrabismo • Foto de cirurgia com o tecido preso no traço de fratura, a liberação, a placa e o parafuso, e a tomografia 3D de pós-operatório • O gabarito da questão, letra E, e o raciocínio que torna as afirmativas 1, 2 e 3 corretas Conteúdo para o dentista que estuda para residência em odontologia e quer entender fratura de órbita, diplopia binocular e trauma de face pelo mecanismo, não pela decoreba da alternativa. CAPÍTULOS 00:00 O olho que não acompanha o movimento 00:18 Causas de diplopia binocular depois de trauma de face 00:50 A questão de residência e as 3 afirmativas 01:06 Causa 1: prolapso para o seio maxilar na fratura de assoalho de órbita 01:19 Tomografia: órbita normal ao lado da órbita fraturada 02:14 Por que um deslocamento discreto do globo ocular pode gerar visão dupla 03:25 Causa 2: prolapso para as células etmoidais na fratura da parede medial 04:13 Causa 3: aprisionamento dos músculos extraoculares no traço de fratura 04:45 Fratura linear e fratura ampla: quando o músculo fica preso 05:18 Fotos do artigo: tecido preso no traço, liberação, placa e parafuso 06:00 Por que músculo preso é urgência: o músculo preso não recebe sangue 06:52 O preço de demorar: nova cirurgia depois, parecida com cirurgia de estrabismo 07:51 Gabarito letra E: por que as afirmativas 1, 2 e 3 estão corretas 08:08 Demonstração no rosto: simulando o olho que não acompanha o movimento Aula completa de anatomia da órbita e módulo de Traumatologia de Face, dentro do Buco Approve: lps.bucoapprove.com/fixo-orbita-y #fraturadeorbita #residenciaodontologica #traumadeface
fratura de órbita diplopia diplopia binocular trauma de face aprisionamento do músculo reto inferior questão comentada residência odontologia fratura de açoalho de órbita Buco Approve Corte Odonto João Pedro Silveira
A ordem importa e não pode ser mexida: as do assunto primeiro, as de marca nas
três últimas. Marca no começo gasta a posição que deveria estar dizendo ao YouTube do que o vídeo
trata. A do meio (açoalho) é a grafia errada mais comum, e é o único uso real de tag.
📌 Conheça o Buco Approve: lps.bucoapprove.com/fixo-orbita-yc Comenta aí qual assunto tu quer ver por aqui 👇
O mesmo trecho da abertura (09:35 a 09:53, 18 segundos) funciona sozinho e sem áudio. É a única peça deste material que busca público novo, porque o vídeo longo vive de busca. Sobe como Short na mesma semana, com legenda queimada, capa “O OLHO QUE NÃO ACOMPANHA” e o link do vídeo longo fixado no comentário.
Story no Instagram e recado no WhatsApp da base. Quem assiste de verdade segura a retenção, e é isso que o YouTube olha pra decidir se distribui. Responder comentário rápido também ajuda.
Tráfego pago só depois que o vídeo mostrar clique e retenção sozinho.
Ele cita a aula de fratura de zigomático no fecho. É o destino natural da tela final deste vídeo, e vale gravar na sequência.
Dúvida em qualquer ponto, marca o @Gabriel no card do Monday.